Estava deitado já e senti um tremor de terra pessoal, 'tava a sonhar ou não fui o único??
Mal senti o abanão, levantei me da cama e parecia que me empurravam até que o telemóvel tocou e atendi e era a minha namorada assustada. Em seguida enquanto falava com ela o telefone da sala tocou e era a minha mãe preocupada. Para mim não tinha passado duma pequena vibração até que olhei para o candeeiro que parecia uma montanha russa. E quando voltei ao quarto reparei que a cama não estava no mesmo sítio. Segundo me constou foi de 6.2 na escala de Richter mas não dou certezas.. Mas que foi estranho foi..
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
14-12-1990
Um par de olhinhos marotos,
Mais um riso de menina,
E um cabelo com jeito de mar,
Fazem parte da minha sina.
Tal sina feliz é esta,
Que é mais do que um paraíso,
Com tal milagre de beleza,
É impossível não esboçar um sorriso.
Perco me nos teus lábios,
Como se derretesse em veludo,
Só sei que sem ti sou nada,
E para mim és mais que tudo.
Como doce caramelo,
Sinto o teu irresistível sabor,
Minha linda pintora,
Que pintou o meu mundo com cor.
E nesse meu mundo existe um sol,
Que predomina a tempo inteiro,
É a luz do teu amor,
Um amor verdadeiro .
E quando me vou deitar,
Essa luz ainda se mantém,
Pois como me és tudo,
És a minha lua também...
A Queda E A Subida.
Preso, aqui sem ti
embrenhado no pensamento
perdido no vazio,
congelado pelo vento.
Fujo da tristeza,
Então fechos os olhos
Vejo te com clareza,
Sinto me quente
Aquecido pela tua beleza
Dás me Um Abraço
Através do meu pensamento,
Aconchegas me o corpo,
Salvas me deste vento
Salvas me de ser morto.
Mas eu vou caindo
Nos braços da tristeza,
Faltas me tu,
Minha perfeita princesa.
Saudades desse sorriso,
Saudades desse olhar,
Dá me a mão,
Não me deixes afogar.
Venero a serenidade que me inspiras
Bem como o teu calor,
Entre nós não há mentiras,
Apenas o mais puro amor.
Os demónios da minha mente
Ajudam o frio que me rodeia
E sem te ter aqui
Vou caindo nesta teia.
Paro.
Já não estou a cair.
O Sol já brilha,
Porque me estás a sorrir.
Abro de novo os olhos.
Sei que o frio continua
Mas agora eu sou o sol,
E tu para sempre a minha lua!
Agora a distancia
Já nem importa
Fechei-te no meu coração,
E tranquei a porta.
Espero também
Estar trancado no teu,
Amo-te minha Julieta
Beijos do teu Romeu.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Luz Especial.
O brilho dos teus olhos,
Cativou me no primeiro olhar,
Desde então sou cativo,
Que não quer escapar.
Nesta ilha que és tu,
Esconde se um mundo,
E ao contrário do que aparenta,
É sensível e profundo.
Desde o primeiro olhar,
Eu assim o percebi,
Que eras a mulher mais doce,
Que alguma vez vi.
Com os teus doces olhos,
Tocaste me o coração,
Mostraste que com a alma,
Se toca o que é inatingível com a mão.
Agora tento dormir,
E caiu aos bocados,
Fragmentos meus,
Apenas por ti reparados.
E termino agora,
Com um Amo-te e um Obrigado,
Pois com esse doce olhar,
Deixaste o meu coração curado.
Cativou me no primeiro olhar,
Desde então sou cativo,
Que não quer escapar.
Nesta ilha que és tu,
Esconde se um mundo,
E ao contrário do que aparenta,
É sensível e profundo.
Desde o primeiro olhar,
Eu assim o percebi,
Que eras a mulher mais doce,
Que alguma vez vi.
Com os teus doces olhos,
Tocaste me o coração,
Mostraste que com a alma,
Se toca o que é inatingível com a mão.
Agora tento dormir,
E caiu aos bocados,
Fragmentos meus,
Apenas por ti reparados.
E termino agora,
Com um Amo-te e um Obrigado,
Pois com esse doce olhar,
Deixaste o meu coração curado.
sábado, 13 de setembro de 2008
domingo, 3 de agosto de 2008
The Other Half
Doido e quando fala
Fá-lo por metades
Há quem diga que é louco
Há quem diga que diz verdades
Um profeta insano
Ou talvez um visionario
Seja o que for
Está preso dentro de mim
Como um peixe num aquário
Até ao derradeiro fim.
Fá-lo por metades
Há quem diga que é louco
Há quem diga que diz verdades
Um profeta insano
Ou talvez um visionario
Seja o que for
Está preso dentro de mim
Como um peixe num aquário
Até ao derradeiro fim.
domingo, 6 de julho de 2008
"Quase."
“Bem, finalmente tocou!!” – Exclamou Inês saindo do pavilhão de educação fisica enquanto eu esperava a porta. Era acompanhada pela Cláudia, uma rapariga bonita, de estatura média, sempre de sorriso nos lábios, e cara emoldurada pelos seus cabelos negros e encaracolados, pela Tatiana, uma raparida um pouco alta de cabelo á tigela e oculos que confecionavam um aspecto de estudiosa, e pela Puruk e pela Diana que vinham na mais pura galhofa. A Puruk era baixinha e magrinha e era portadora de um ar docil que contrastava com o seu penteado radical, com as jeans rasgadas e as pulseiras de picos. Diana era baixinha, com cabelo castanho quase negro, apanhado e tinha um piercing no sobrolho.
Hey!! Esperem!! – Gritei á medida que passaram por mim na porta. – Eu vou com vocês . – continuei a chamar enquanto corria atrás da bela Inês. Ela hoje estava especialmente deslumbrante, pois o sol quente finalmente se tinha mostrado e moldava a sua pele com um tom mais dourado e iluminava ainda mais o seu sorriso que me iluminava a alma tal como o grande astro ilumina a terra. Aproximei me dela e disse lhe como estava bela á medida que atravessavamos a passadeira da Avenida Das Escolas.Enquanto isso a atenta Cláudia tentava arrastar o resto do grupo para longe de modo a deixar nos sós, até que o conseguiu entrando para o centro comercial da Portela ficando apenas eu e ela, enquanto avançavamos para a paragem. - Olha lá, tu não costumas vir por aqui - Disse Inês num tom embaraçado - Pois não, mas hoje apeteceu me vir te por á paragem... – retorqui corando. Inês sorriu – Que querido – E tais palavras alegravam a minha alma, outrora cinzenta agora inundada pelas milhares de cores com que ela pintava o meu mundo. Chegando á paragem estavamos a destilar com o calor e Inês procurava sombra desesperadamente – Ai que caloooooor!! – Lamentou ela. Abanei a cabeça em sinal de concordia, aproximei me dela, coloquei a minha mao na sua fina cintura, fitei-a nos seus doces olhos e disse sorrindo – Pudera, és uma brasa nãoi há de tar calor aqui! - Parvo – disse ela em voz baixa corando e em tom de brincadeira – Como tu a levas Tiaguinho. - Aproximei a minha cara da dela e ela a sua da minha corando e em seguida esquivou-se. - Que se passa? Estás bem? - perguntei preocupado. - Sim... – disse ela envergonhadamente. – Bem tenho de ir andando, mas não te queria deixar aqui sozinho. - Doce, não te preocupes – disse eu sorrindo – Eu fico bem. A serio? – Insistiu. - Sim anjo, vai lá. - Então despediu se de mim com um carinho beijo na bochecha e um sorriso lindo como sempre, levando ali com ela mais um pedaço do meu coraçao.
Hey!! Esperem!! – Gritei á medida que passaram por mim na porta. – Eu vou com vocês . – continuei a chamar enquanto corria atrás da bela Inês. Ela hoje estava especialmente deslumbrante, pois o sol quente finalmente se tinha mostrado e moldava a sua pele com um tom mais dourado e iluminava ainda mais o seu sorriso que me iluminava a alma tal como o grande astro ilumina a terra. Aproximei me dela e disse lhe como estava bela á medida que atravessavamos a passadeira da Avenida Das Escolas.Enquanto isso a atenta Cláudia tentava arrastar o resto do grupo para longe de modo a deixar nos sós, até que o conseguiu entrando para o centro comercial da Portela ficando apenas eu e ela, enquanto avançavamos para a paragem. - Olha lá, tu não costumas vir por aqui - Disse Inês num tom embaraçado - Pois não, mas hoje apeteceu me vir te por á paragem... – retorqui corando. Inês sorriu – Que querido – E tais palavras alegravam a minha alma, outrora cinzenta agora inundada pelas milhares de cores com que ela pintava o meu mundo. Chegando á paragem estavamos a destilar com o calor e Inês procurava sombra desesperadamente – Ai que caloooooor!! – Lamentou ela. Abanei a cabeça em sinal de concordia, aproximei me dela, coloquei a minha mao na sua fina cintura, fitei-a nos seus doces olhos e disse sorrindo – Pudera, és uma brasa nãoi há de tar calor aqui! - Parvo – disse ela em voz baixa corando e em tom de brincadeira – Como tu a levas Tiaguinho. - Aproximei a minha cara da dela e ela a sua da minha corando e em seguida esquivou-se. - Que se passa? Estás bem? - perguntei preocupado. - Sim... – disse ela envergonhadamente. – Bem tenho de ir andando, mas não te queria deixar aqui sozinho. - Doce, não te preocupes – disse eu sorrindo – Eu fico bem. A serio? – Insistiu. - Sim anjo, vai lá. - Então despediu se de mim com um carinho beijo na bochecha e um sorriso lindo como sempre, levando ali com ela mais um pedaço do meu coraçao.
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